suicidio

.Era o único cidadão do bairro de Aparecida que não tinha apelido, o que era um milagre. Também não tinha sobrenome, o que em Manaus é quase um crime. Chamava-se Guilherme. Simplesmente Guilherme.   Convivia com outros tantos xarás, como o Guilherme P.V., vulgo Porca V...

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O coveiro jogou uma pá cheia de barro sobre a tampa do caixão, produzindo um ruído seco e sinistro, que doeu lá dentro, no fundo do coração da Zilda. Chorosa, ela depositou flores na sepultura da mãe e, movendo os lábios como se estivesse rezando, murmurou: - Eu vou me ...

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Os invasores da terra indígena exibiram seus documentos e, machistas, ordenaram autoritariamente: - Deite que eu vou lhe usar! Usaram e abusaram da terra em proveito próprio, da mesma forma que o coronel Jesuíno usou a Sinhazinha na minissérie Gabriela: sem nenhum agra...

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A imagem que aflorava era a da Preta, minha irmã,nos anos 60,num domingo em que fomos juntos à missa das oito em Manaus,no bairro de Aparecida.Ela vestia combinação azul por baixo do vestido e quando passamos em frente à banca de tacacá da dona Alvina,lá estava uma vizi...

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