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Matadores de esperanças: nome feio e palavrões

Quem? Aristófanes? Do Amazonas? Grego em Manaus só pode ser filho de cearense. Bingo. O humorista Stanislaw Ponte Preta acertou na mosca, quando fez este comentário espirituoso em sua coluna no “Últi...

O outro Brasil: Manuel torneiro, escritor, inventor

Ele é um personagem. Garboso, elegante, inteligente, criativo. Dá bolo em desembargador. Manoel Santana de Assis, 82 anos, baiano, negro, torneiro mecânico, migrou ainda jovem para o Rio, onde conhece...

Porque me ufano do meu país: dez razões

Nesses tempos bicudos, muitos brasileiros andam cabisbaixos, com vergonha de nosso país. Convém levantar os ânimos e renovar as esperanças, seguindo o exemplo da irmã Consolata, nossa professora no Gi...

Tarcisio, o anarquista: sua Jerusalém destruída

Apesar de termos sido coevos (que palavra horrível!) na imprensa carioca, só fui conhecer pessoalmente o jornalista mineiro Tarcísio Lage em 1969, em Santiago do Chile, ao compartilharmos o quarto num...

À sombra de Machado, as línguas indígenas

“O tupi encontrou a incredulidade geral, o riso, a mofa, o escárnio; e levou-o à loucura” (Lima Barreto: Triste fim de Policarpo Quaresma, 1911) Foi um momento histórico o seminário sobre “As língua...

Os índios, a cerveja e o papel higiênico Trump

O povo indígena Hupda do Alto Rio Negro (AM) foi surpreendido com rótulos de cerveja vendida no mercado, que contém palavras de sua língua traduzidas de forma imprecisa e condenável. A empresa Cerveja...

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