CRÔNICAS MAIS ACESSADAS

CRÔNICAS RECENTES

As Línguas do Diabo e o Museu da Língua Portuguesa

Espero ter saúde para um dia retornar ao Museu da Língua Portuguesa (MLP), que reabre suas portas no próximo 1º de agosto, ali no coração da Cracolândia, em São Paulo. Visitei-o várias vezes, uma dela...

Omar, as Forças Amadas e a Maria Bate-fofo

Os três tópicos estão interligados. Comecemos por Maria, uma caboquinha linda por quem meu irmão se apaixonou na sua juventude em Manaus. Ele estava tão embeiçado por ela, que eu já a chamava de minha...

Alencar: até breve, cabra da peste

¡Tanto amor y no poder nada contra la muerte! (César Vallejo, Masa, 1937) Iara era, então, um povoadozinho com cerca de 30 casas de taipa, duas ou três de tijolo e 120 moradores. Foi lá que nasceu, em...

Geração 68: nós que amamos tanto a revolução

O livro Nous l'avons tant aimée, la révolution escrito pelo líder de Maio de 68 na França, Daniel Cohn-Bendit, usa o verbo no pretérito composto (o “passé composé” francês). Na tradução, a Editora Bra...

Naturalistas e índios: a vida numa terra sem floresta

Dois naturalistas ingleses – Alfred Russell Wallace (1823-1913) e Henry Walter Bates (1825-1892) - percorreram e estudaram a Amazônia e mantiveram um diálogo com os indígenas, ribeirinhos e afrodescen...

Piso e a narrativa sobre a “cloroquina da maloca”

Piso e a narrativa sobre a “cloroquina da maloca” “Submeti ao exame e à praxe tudo o que do amplíssimo teatro da natureza observei ou recebi dos indígenas. (Guilherme Piso, 1648) Supunhetemos que a...

140x140

26643525

ACESSOS AO SITE